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pilarbu

poemas como vidro: translúcidos, frios, duros e cortantes.

Resenha Furiosa

Eu adoro escrever resenhas. Isso já é público e notório. Escrever resenhas de livros e autoras e autores que gosto é ainda mais prazeroso. Muito feliz em poder publicar uma resenha do livro Furiosa, da querida Ana Rüsche, numa revista que eu adoro: A Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea. Lá eu falo um pouco da minha experiência de leitura do livro, dos processos de colagem, subversão e resistência que a poesia evoca, da construção de mulheres que confrontam a si e ao mundo. Para acessar tudinho é só clicar em Poesia punk pônei. Espero que gostem da leitura.

 

Ana Rusche furiosa

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SINELLB – Literatura de Autoria feminina

O Sinellb já começou no campus da UEG de Jussara, GO. Na quinta feira, dia 5/9, eu e a Maria Clara Dunck, a melhor duplinha de todos os tempos, vamos participar de uma mesa-redonda pra lá de linda e especial: Literatura de Autoria Feminina e a Teoria Crítica Feminista. Será lindo e muito especial. Quem estiver por lá bora colar.

 

SINELLB literatura de autoria feminina e critica feminista

Como eu Escrevo – Pilar Bu

Então eu também contribuí com o maravilhoso projeto Como eu escrevo, do José Nunes. Adorei responder às perguntas dele. Espero ter contribuído um pouquinho com processos de escrita, organização ou até mesmo a importância de exercícios e práticas. Mais dúvidas que certezas nesse caminhar poético-acadêmico-literário.

Para conferir as minhas respostas é só clicar aqui em como eu escrevo.

Espero que gostem!Ultra vermelho_Como eu escrevo

Leia Mulheres Goiânia – Junho 2017

O Leia Mulheres Goiânia é uma filha parida que deu certo. Eu tenho muito orgulho de ter feito parte deste projeto pelo seu primeiro ano de existência. Sabe, lá atras quando pensamos em trazer o projeto pra cidade a gente tinha muita dúvida, mas muita coisa que a gente queria construir.

Daí que as coisas foram dando certo, espaços de afeto foram sendo criados e eu só tenho a agradecer à Maria Clara Dunck pela parceria, por ser a dupla mais generosa do rolê. E também a  todas as pessoas que compareceram aos encontros do clube; aos espaços culturais que nos abrigaram e a tantas outras coisas lindas.

Agora, com novas mediadoras, repaginado e cheio de bossa, o clubinho mais amado de Goiânia me convidou como escritora. Leremos e debaremos no encontro de junho o Ultraviolenta, minha loba parida em poesia, afeto e resistência.

Os detalhes a gente passa com calma mais pra frente. Dá pra adquirir um exemplar do livro com as mediadoras Maria Clara Dunck, Taluana Wenceslau, Cris Melo e Amanda Faria. Ou dá pra mandar um e-mail pra pilarbu@gmail.com que a gente conversa direitinho.

No dia do clube também venderemos exemplares, autografaremos e teremos muito amor e afeto. Ultraviolenta será vendido a 30 reais, em dinheiro ou transferência bancária.

Vai ser lindo. Cola no bonde do amor!

E pra saber mais sobre o leia mulheres Goiânia clica aqui.

Um xero e até lá.

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foto Polli DiCastro, arte do Carlos Montesanto e design gráfico do Vinícius Lousa

 

Novas Escritas do corpo feminino

Já é na sexta (26/05) que participo na Faculdade de Letras da UFRJ, às 11:00, no Rio, da mesa Escritoras do Feminino. Muito bem acompanhada das maravilhosas e incríveis Dinha, Elaine Marcelina e Carolina Turboli, a mesa será mediada pela pesquisadora Anélia Pietrani, que eu adoro.

Agradeço imensamente à Luana Antunes e à Maria Teresa Salgado pela generosidade, carinho e empatia em me convidarem pra esse momento tão especial. Estou imensamente emocionada.

Na ocasião falaremos de nossas experiências como autoras, das dificuldades de circulação de nossas obras e das coisas que nos motivam para escrever. Trocaremos afeto, lançaremos nossos livros, distribuiremos autógrafos e teremos um momento incrível. Uma linda oportunidade pra aprender, pra ouvir, pra estar com pessoas que admiro tanto.

O Ultraviolenta, que foi lançado pela Kotter Editorial em 2017, será vendido ao preço de R$ 30 reais em dinheiro ou transferência bancária. Já Já eu faço um post todo especial a respeito do livro e contando tudo sobre os lançamentos que já aconteceram (Goiânia e Brasília)

Pra quem está em outras cidades e estados do país, pode me mandar uma mensagem pro e-mail pilarbu@gmail.com que a gente combina tudo direitinho sobre envio e tudo mais. Vai autografado e bem lindo pra sua casa.

Cola nesse bonde do amor que tá bem lindo!

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O dia em que eu virei uma Supernova

Eu acredito muito em redes de afeto. Redes que a gente cria quando por empatia se conecta com as pessoas por gosto, ideologia, literatura.

A edição especial 6 da Revista Parênteses trouxe novas escritoras da literatura nacional. Chamada de Supernova, reuniu um monte de mina que eu adoro, com versos arrebatadores pra dizer que bem, não estamos aqui a passeio.

Alguns poemas meus, alguns inéditos e outros não foram publicados nessa lindeza. Ao lado de Daisy Serena, Estela Rosa, Yasmin Nigri, Julia Raiz, Carolina Policarpo, Priscilla Campos, Rita Isadora Pessoa e Maíra Mendes Galvão. É uma edição de abrir o sorrisão e se entregar imensamente à poesia.

Fico feliz e honrada pelo convite da Lubi Prates e do Bruno, por poder mostrar meus versos em momentos tão sombrios, essas vozes que rompem silêncios quando nos dão espaço para falar. E transcrevo aqui a lindeza do editorial que eles publicaram:

“é um momento de crescimento na produção literária feita por mulheres brasileiras. Novos nomes surgem a cada instante, alguns um tanto tímidos e outros provocando burburinhos. Em ambos os casos, essas escritoras trazem frescor ao que já foi pensado, feito, discutido.

A Parênteses se arrisca a pinçar alguns destes no- mes na Internet e arranjá-los nesta edição especial.

O trocadilho “supernovas” não diz respeito só à ida- de das autoras. Na verdade, tem muito mais a ver com o brilho estelar delas.”

 

Dá pra acompanhar a edição lindeza aqui !

Cola nesse bonde de amor!

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Sobre ocupações e afeto

A PEC 241, atualmente PEC 55 no senado, é um dos maiores retrocessos que a história do país já viu. A minha história, que vem sendo construída, aos poucos e mais recentemente como feminista e em prol da literatura de autoria feminina não foi construída apenas por mim. Ninguém faz nada na vida sozinha, a gente precisa de outras pessoas que nos apoiem, nos acolham, nos acarinhem… curioso que em geral as pessoas que sempre me estenderam as mãos são mulheres.

Tá, se isso fosse redação de ENEM daria fuga ao tema, mas nem tanto. O que quero dizer é que construímos histórias bonitas e de sucesso sim, mas não por mérito e sim por acesso e oportunidade e que não construímos nada olhando pro próprio umbigo. E o que a PEC quer fazer com o nosso país é tirar oportunidades, jogar-nos num retrocesso que durará longos e dolorosos 20 anos. Impossível me posicionar a favor de tamanha crueldade.

No dia 26/10 estive na UEG de São Luis dos Montes Belos, a convite do meu amigo e coordenador do curso de Letras Alex Bruno. Foi demais ver tanta gente interessada em desconstruir os discursos, romper com tabus, quebrar essa bagaça toda de esteriótipos. No início da minha fala convoquei a todos para um incrível #foratemer, depois de falar da importância da universidade pública, e deixei todo mundo surdo ao gritar no microfone (roqueira né amigas). Um auditório cheio de alunos politizados: vocês são demais, queridos! E o que a UEG, a UFG, a UNB, a UFRB, a UFRJ e todas as universidades públicas tem é ser o espaço de promoção do debate, do conhecimento e principalmente devem ser o espaço da alteridade, da sororidade, da empatia e da diversidade.

E daí que desde sexta eu tenho vivido uma das experiências mais bonitas e coletivas e empáticas e poderosas : a ocupação da UFG. Quando a gente faz mestrado (e olha, eu sei dos meus privilégios) fica muito recluso, parece um ermitão na saga pelo artigo, pela matéria, pela academia. E a academia é maldosa, segregadora, seletiva e classista sim. O que as ocupações estão fazendo é essa retomada e ressignificação do espaço da universidade, transformá-la em mais humana, mais nossa, menos imortal, menos parada no tempo.

E eu queria poder ter estado mais presente e atuante, erro meu, agora passarei a semana em Brasília (visitarei a ocupação da UNB) e não poderei acompanhar mais de perto o que se passa aqui em Goiânia, no meu amado campus samambaia. O fato é que, a convite de amigos incríveis, dei uma oficina de escrita na sexta. E os textos que saíram de lá foram tão poderosos, tão múltiplos, tão combativos, tão empoderadores que a minha vontade era de gravar vídeo de cada um. de dizer pra cada um o quanto meu coração se enche de alegria por ter o tesão devolvido por eles. Segunda vai ter sarau, microfone aberto, gente linda recitando poema, prosa, canção, gente mostrando que na ocupação tem literatura, tem amor, tem produção… e que vcs deveriam ir lá ver, sentir, viver tudo isso.

Hoje eu e a minha dupla do amor (Maria Clara Dunck, tô falando de vc) fomos novamente na ocupação da FIC – UFG. O convite veio de mulheres maravilhosas para levar o #leiamulheres para o cerne do debate, para o epicentro da discussão. A obra de Angélica Freitas, Um útero é do tamanho de um punho, é combativa, desconstruidora, disruptiva e um grande chamado pra luta. E ali, naquele auditório, dividimos a palavra, multiplicamos o afeto, somamos as lutas e pudemos criar um espaço de ressignificação e amor que nossa, nenhuma aula germinada de 4 horas vai dar pra gente!

Gritamos um uníssono “Ocupa Tudo” na hora da foto, saímos felizes e renovados e é impossível pra mim descrever a emoção.

Lá atras, quando começamos essa jornada de tentar descortinar todas essas questões que cercam a literatura de autoria feminina, quando decidimos abraçar o desconhecido, quando abrimos a porta do inferno e não voltamos mais, não imaginamos que viveríamos um momento tão bonito. A resistência tá no coletivo. Tá em precipitar e transbordar. Tá em resistir, seja lá como for.

Eu quero acreditar sinceramente que ainda somos nós que vamos mudar tudo isso. E eles vão tentar nos enterrar, vão tentar nos diminuir, mas a gente é pior que vício, é pior que praga, é pior que vírus: a gente é epidemia, a gente se espalha e a poesia vai fundar a resistência!

Ocupa a FIC. Ocupa a letras. Ocupa a UFG. Ocupa a UNB. Ocupa o país todo.

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A galera mais linda gritando: Ocupa Tudo!

 

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minha dupla arrasando no microfone #leiamulheres na Ocupação da FIC: Resistência e feminismo na literatura

A lista de livros

Recentemente me pediram (novamente) no facebook uma lista de livros que marcaram a minha vida. Vez por outra isso acontece, as pessoas sabem que eu gosto de escrever e, além disso, sou uma leitora voraz.

Daí que eu resolvi fazer uma listinha básica e sensual pra vcs e aqui. Só que eu vou subverter esse rolê. Sim, por que não basta ser leitora e escritora, tem que diversificar. Minha lista tentará, humildemente, contemplar alguns livros que eu adoro, o recorte são coisas que li recentemente, e tcharãm: sejam escritos por mulheres. Ai Pilar, cê anda muito monotemática. Bem, o bloguinho é meu e eu acho que se vcs leem o que eu escrevo aqui é por que tão ligados que vai ser diferente.

Pois bem, vamos à desforra:

 

1 – Um útero é do tamanho de um punho, de Angélica Freitas.

Minha visão sobre esse livro é direta: tem que ler! Por que é uma ode ao feminismo? Porque é um tratado sobre a dessacralização da figura feminina? Por que desconstrói e derruba todos os forninhos em torno da representação da mulher em nossa sociedade? Não e sim, mas sobretudo por que é incrivelmente maravilhoso.

 

2 – Minimoabismo, de Priscila Merizzio

Outro tema que adora circular nas minhas redes sociais é a poesia pungente, urgente e inebriante dessa mulher vendaval. Olha, arrasta todos os móveis da casa, todas angústias internas, leva tudo e te preenche! Assim mesmo, que nem vento no litoral. Eu não consigo sair do Minimoabismo e já aguardo ansiosa pelo Ardiduras. E os vídeos dessa poeta são demais. Permita-se!

 

3 – Charcaritas e Gambuzinos, de Ellen Maria

Quando eu li esse livro foi um absurdo. Minha vida virou do avesso com a versão bilíngue português – espanhol. Escrevi sobre ele, fiz soundcloud, achei que não conseguiria me livrar de alguns versos dele por um tempo e assim foi. Ellen Maria não é só uma poeta incrível, mas também uma tradutora bacanuda. Ganhe horas do seu dia se deliciando com tanta coisa bacana.

 

4 – O Pomar das Almas Perdidas, de Hadifa Mohamed

Por causa do leia mulheres esse livro chegou nas minhas mãos (aliás, abrindo parênteses pro jabá o encontro sobre esse livro rola dia 30/06). E eu vou falar uma coisa: é impossível não se apaixonar por essas três mulheres. É impossível não se jogar nessa história de um jeito que não saiamos completamente diferentes desse rolê. Eu queria tanto ler esse livro que agora, putz tem um monte de coisas que fazem ainda mais sentido.

 

5- O conto de Aia, de Margareth Atwood.

O mais mainstream dessa lita retrata uma distopia num futuro próximo em que mulheres foram reduzidas à sua função biologizante e só servem pra uma coisa (efetivamente): procriação. Qualquer semelhança com a realidade de nossos tempos de extrema direita não são mera coincidência. Segura o embrulho no estômago e vai até o fim por que eu te garanto que vai valer a pena.

 

6 – O mito da beleza, de Naomi Wolf

Se tem um livro que mudou minha cabeça no último mês foi esse clássico da teoria feminista. O Mito da beleza desconstrói toda essa visão da sociedade patriarcal sobre os nossos corpos, os tabus e os ritos, os espaços de poder e afeto. Uma coisa que achei muito legal é que, apesar de abordar temas densos e ser um livro de teoria, tem uma linguagem bem agradável. É uma lufada de ar pra quem tá a fim de entender melhor dos paranauê.

 

7 – Coração na Boca, de Lubi Prates

Acho que esse livro já vale autora, que é quase uma mulher maravilha: tradutora, revisora, tem uma revista, editora, poeta, psicóloga. Ufa, essa mulher é muita coisa, mas além disso escreve bem. Consegue transformar um supermercado num ambiente de amor e me fazer correr pro soundcloud de tanta felicidade. Esse livro está nos finalmente e uma próxima edição eu ainda não sei quando vai rolar. Por isso fica ixperto.

 

8 – Coquetel Motolove, de Luiza Romão

“Conheci” a Luiza primeiro pelos seus vídeos-porrada na época das jornadas de junho, quando São Paulo tinha se tornado um caldeirão. A visão lúcida e crítica dela me fez ficar encantada. Aí, mais recentemente, descobri esse livro maravilhoso, cheio nuances sobre violência, dor e a necessidade de transformar em versos essas catarses. Coquetel Motolove é um convite sempre aberto para a revolução. Amo demais.

 

9 – Vaca e outras moças de família, de Renata Corrêa

Esse livro de contos da Renata nos desconcerta. Sério mesmo. São histórias de mulheres comuns, reais e por isso a empatia vem fácil a cada parágrafo. Novamente a desconstrução do feminino está presente e temos a sensação de que as personagens somos nós, nossas irmãs, amigas, tias, mães. Minas que a gente quer abraçar em uma construção literária maravilhosa, cheia de recortes cinematográficos.

 

10 – Lundu, de Tatiana Nascimento

Novíssimo, fresquíssimo, recém saído do forno. É aquele livro que vc tem comprar uns 5 exemplares de uma vez. Lindo do início ao fim, a concepção da capa, a tiragem escrita a mão, os poemas escritos na máquina de escrever, a poesia como forma de ocupação do espaço simbólico e físico do papel, os versos contundentes e arrebatadores de Tatiana Nascimento. Olha, compra um monte e dá pra todo mundo, por que esse livro tem que ser lido, folheado, amado por completo.

 

11 – Águas da Cabaça, de Elizandra Souza

Não é por que eu sou apaixonada por essa livro não, mas ele é maravilhoso mesmo. Um tratado de feminismo em forma de versos. Uma construção poética maravilhosa que funda corpo, voz, resistência e desconstrói a figura feminina de um jeito arrebatador. Acho que cê ainda não viu um trem assim. Além do mais, essa poeta é ativista, produtora cultura e agitadora da literatura contemporânea da mais alta qualidade.

 

É isso, espero que tenham gostado. Tem mais poesia do que prosa, mas né… puxando a sardinha.

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Leia Mulheres Goiânia – Sem Palavras

Na noite do dia 4/05 fomos à forra no segundo encontro do #leiamulheres Goiânia. A possibilidade de ter a autora conosco deixou a todos eufórico e a noite foi bem muito linda.

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Larissa Mundim, foto de Angela Macário

Leitores apaixonados puderam se entregar a essa obra que é a cara de Goiânia.

Pudemos debater com bastante aprofundamento a obra escrita a quatro mãos por Larissa Mundim e Valentina Prado, ainda que a identidade da segunda autora tenha continuado a ser um mistério, uma incógnita.

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Extrapolamos o horário, estreitamos os laços de afeto e tiramos muitas fotos.A obra já é um marco, o encontro pra falar dela também.

A empolgação foi tanta que escrevi uma resenha poético-literária do livro aqui para o site do #leiamulheres.

O que muita gente não sabe é que teve poesia para Nega e Lilu também.

Obrigada pela presença de todos. Teve lindo!

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Todos juntos para a hora do “x”

Ana Lu Rolim e Maria Clara Dunck, como sempre, vcs lacraram o rolê.

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Ana Lu Rolim, eu, Larissa Mundim e Maria Clara Dunck

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